Allyson Bezerra, deputado estadual e candidato a prefeito de Mossoró pelo partido Solidariedade, tomou gosto pela política. Pelo que há de pior: arrogância, prepotência e petulância.
Considerado o filho de Micarla com Silveirinha, Allyson tem demonstrado essas características na maneira como trata quem ameaça alguma ideia sua, projeto ou simplesmente se coloca na sua frente.
Quando a professora Ludmilla Amorim foi indicada para assumir a Reitoria da Universidade Federal Rural do Semiárido (Ufersa), o candidato Allyson Bezerra externou toda a sua ira e ameaça para que ela abdicasse da ideia. E deixou claro que faria da vida dela um inferno.
E, com isso, fica um questionamento: o que Allyson teme com Ludmilla no comando da Ufersa?
E a resposta que surge só pode ser uma: é que ele, mesmo licenciado da função de sindicalista, eleito para tal, pensa que ainda tem o direito de se meter onde não lhe cabe mais. Allyson é servidor efetivo da Ufersa, mas se afastou em fevereiro do ano passado para se dedicar exclusivamente ao mandato de deputado estadual. Algo que agora, neste momento de campanha, ele pode não estar cumprindo.
Mas voltando à Ufersa, Allyson desrespeitou seriamente a reitora da Universidade Federal Rural do Semiárido, apostando em uma falácia muito comum em pessoas que se acham no direito de impor o que pensa: a pressão, ameaça. O fato dele ser deputado estadual, uma autoridade politicamente constituída, não lhe dá direito algum de criticar outro agente publico.
Allyson não aprendeu que um político é como um espelho para a sociedade. Com esse comportamento ele apenas evidencia que não terá o discernimento necessário para aceitar quem pense diferente dele. O que pode até ser doentio e que talvez somente a psicanálise poderia explicar, porque remete diretamente a aspectos que envolve o ego e o alter ego. Na dúvida, Freud pode explicar.