O caso da morte covarde do homem no Carrefour é um show de barbaridade e covardia, mas passa longe de ser racismo. Não podemos colocar tudo como causa identitária. O Carrefour já teve outros casos de violência praticado por sua segurança, a empresa deve ser punidos exemplarmente pela falta de treinamento. O que não significa ser racista.
O sujeito que foi brutalmente espancado até a morte tinha ameaçado uma funcionária do Carrefour, o que em nada diminui a violência. Se fosse um branco naquele cenário, não mudaria nada a atitude cruel.
Não confundir uma morte bárbara com racismo
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9 comentários para "Não confundir uma morte bárbara com racismo"
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