O juiz Rudson Marcos que julgou André de Camargo Aranha inocente, repetiu na sua sentença 21 vezes a palavra ESTUPRO, nenhuma vez usou o termo culposo.
Apesar do horror no trecho do vídeo apresentado pelo The Intercept Brasil, que o advogado faz acusações a vítima, sem a interferência do juiz, promotor ou seu defensor, a sentença tecnicamente é fundamentada.
Os exames de toxicológico e de álcool deram negativo, todas as provas testemunhais foram a favor do acusado. Porém teve a conjunção carnal, ou seja, o ato sexual.
O termo estupro culposo foi gerado na imprensa. Ele não existiu. Isso não quer dizer que não teve o estupro, mas que a história ainda precisa ser apurada.
O estupro e a violência contra as mulheres devem ser combatidos por toda a sociedade.