168 anos de Mossoró: Sim, comemos cachorro quente de garfo e faca
Malham que em Mossoró comemos cachorro quente de garfo e faca, é verdade, não suja as mãos, podemos colocar mais maionese e catchup, fica muito mais gostoso. Talvez ser de cidade pequena tornem as pessoas mais bairristas, o fato que Mossoró é uma cidade diferente. Seu melhor pedaço, não é na cidade, mas em Tibau, outro município, que é incorporado a capital do Oeste. Libertamos os escravos antes, colocamos lampião para correr, o bairro Alto de São Manuel alaga, mesmo sendo em um alto, a terra é quente, com muito charme, principalmente aos olhos de Santa Luzia. Lá temos cajarana, nossa capital é Fortaleza, as bicicletas atropelam carros, o banco do carro queima e todo mundo acha que o ar-condicionado quebrou. Produzimos petróleo, melão, melancia e sal, o povo gosta mesmo da sua terra, temos sempre a impressão que a cerveja de Mossoró é mais gelado que nos outros locais. Na minha cabeça, lembra família, infância e adolescência. Sair do Marista e ainda fardado pegar o ônibus do meio-dia para Mossoró, chegar às 16h. Avós, primos, tios, amigos de infância. Não vou muito na cidade porque gosto muito da lembrança romantizada dos eventos e fatos do passado. Parabéns Mossoró pelos 168 anos!
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