- Núcleo Interno de Regulação funcional 24 horas por dia, com manejo das vagas hospitalares conforme disponibilidade, mediante contato das unidades de origem e serviço pré-hospitalar através do Complexo Estadual de Regulação que deverá controlar o fluxo de atendimento conforme disponibilidade de vagas na rede de saúde, recorrendo à vaga zero em último caso, como tem de ser;
- Estabelecimento de fluxo regular e frequente de desinfecção de Equipamentos de Proteção Coletiva e, de maneira apropriada, das instalações do hospital;
- Fornecimento de equipamentos de proteção individual em número e qualidade adequadas às recomendações atuais frente a atual calamidade sanitária;
- Reorganização dos espaços de atendimentos com criação de mais leitos de isolamentos a serem destinados à estabilização de pacientes suspeitos de COVID-19 até a transferência para unidade referência;
- Norma técnica determinando o pronto direcionamento de pacientes classificados como casos clínicos suspeitos de COVID-19 para hospitais referência, uma vez que não há condições de acolhimento e prestação de serviço continuado a estes pacientes sem prejuízo à equipe e demais pacientes.
Médicos enviam carta e cobram resposta da direção do Hospital Santa Catarina
Há vários dias o blog vem mostrando a situação perigosa do Hospital Santa Catarina. Contudo, as denúncias dos profissionais por melhorias não estão sendo feitas só aqui. Os médicos fizeram um ofício endereçado a direção da unidade cobrando melhorias e apresentando a situação de caos.
"O Hospital tem cronicamente sofrido, como é facilmente constatável através dos registros profissionais de atendimentos e internações pregressas, com superlotação de suas instalações, traduzida na forma de pacientes internos em leitos improvisados em seus corredores e sala de estabilização. Tal problemática oferece risco à saúde tanto dos próprios pacientes, quanto dos profissionais atuantes, pois acabam por serem acomodados pacientes de distintas patologias, com graus variáveis de infectividade e virulência, em instalações inadequadas aos seus tratamentos e à proteção dos que lhe rodeiam", afirmam os médicos.
Segundo eles, a situação se deve, em grande parte, ao controle inadequado da admissão de usuários ao serviço, tanto pelo sistema de triagem ineficiente, quanto pelo fluxo inadequado de regulação de pacientes de demais unidades hospitalares. O Hospital Santa Catarina se posiciona no fluxograma de atendimentos do SUS como hospital de referência em atenção terciária, portanto, de demanda regulada, ressalvados os casos de emergência médica; Logo, é imperioso para seu funcionamento adequado e estratégico, uma admissão hospitalar que obedeça tanto os critérios de gravidade quanto ao fluxograma de regulação médica, o que atualmente não ocorre.
Por isso, no ofício, os médicos cobram:
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