Associação pede mudanças em shoppings para salvar franquias
A Associação Brasileira de Franchising (ABF) enviou à Associação Brasileira de Shopping Centers um conjunto de propostas para reduzir o impacto do fechamento dos centros de compras na lojas franqueadas.
De acordo com a ABF, as franquias representam cerca de 40% das satélite e das unidades em praças de alimentação.
Para André Friedheim, presidente da ABF, apesar das ações de digitalização das marcas, isso não foi suficiente para compensar os impactos econômicos das políticas de isolamento social. A previsão é que o setor demore, pelo menos, dois anos para retormar aos níveis pré-crise.
Dentre as propostas, estão:
• Cobrança do aluguel apenas com base em um percentual acordado sobre o faturamento efetivo, de acordo com cada contrato, até final de 2020;
• Cobrança do aluguel mínimo no ano de 2021 à razão do fluxo do shopping, comparado aos mesmos meses de 2019;
• Não cobrança do 13º aluguel nos anos de 2020 e 2021;
• No caso dos quiosques, seguir a mesma lógica das lojas, mas ficando definido um aluguel percentual de, no máximo, 5% sobre o faturamento efetivo;
• Cobrança de aluguel de metade do percentual estabelecido sobre o faturamento obtido (líquido dos valores pagos aos canais digitais) e desde que a entrega final ocorra nas dependências do shopping;
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