Nossa opinião: Não há limites à irresponsabilidade!
É inegável que a pandemia do Coronavírus se instalou de forma brutal no mundo, situação que vem causando caos sanitário e financeiro nos diversos lugares. Não há país, estado ou cidade incólume aos seus efeitos. Diante da crise a população vem descobrindo a verdadeira estirpe, o caráter e a competência dos governantes.
De fato, há os que são competentes, outros intempestivos, alguns dissimulados, mas, por incrível que pareça, há os aproveitadores da tragédia autodenominados como integrantes do “Consórcio do Nordeste”. Essa confraria do atraso, constituída pelos governadores da região com os piores indicadores sociais do Brasil, sob a liderança do “cientista embusteiro” Miguel Nicolélis, personagem folclórico da área da ciência, que conseguiu ser enxotado da UFRN por pesquisadores renomados, para saber os motivos basta acessar o Google, tem flertado com a ideia da necessidade do “Lockdown” para combater o coronavírus.
Nesse cenário o RN está sob a égide de Fátima, “sindicalista profissional”, professora incapaz de pronunciar com acerto certas palavras do vernáculo, líder de um séquito de incompetentes, diga-se de passagem, com raras exceções, cujo (des)Governo já fez previsões apocalípticas a respeito do número de mortos, foi incapaz de abrir novos leitos de UTIs, adotou medidas para tolher o comércio, até mesmo de alguns setores essenciais, que, por incrível que pareça, às ocultas, tem sussurrado a intenção de seguir as previsões “Miguelamoníacas” mediante a adoção do “lockdown”.
Ao que parece, mesmo considerando que o números de doentes está sob controle, a governadora não tem demonstrado a mínima preocupação com a “saúde financeira” e o desemprego da população, possivelmente porque sua “trupe” jamais administrou um comércio, sequer um carrinho de pipoca, ou seja, são sindicalistas, servidores públicos ou parasitas do PT incólumes às agruras de quem dorme sob o peso das obrigações fiscais e trabalhistas, as quais se renovam a cada mês. Outro fato preocupante é o aparente alinhamento incondicional da PGJ do MPRN às aleivosias e medidas radicais, quiçá inconstitucionais, adotadas até então pelo Governo. É preciso que a instituição venha a público para cumprir o seu papel constitucional.
Na verdade a intenção desse texto não é provocar insurgência contra o esforço no combate à pandemia, mas chamar a atenção da sociedade e até dos governantes, em especial dos prefeitos e das entidades representativas do empresariado, para a necessidade de abertura do diálogo em busca das medidas aptas para a obtenção do melhor resultado com o mínimo devsacrifício pela população. Inclusive, deixando de lado às asneiras da “confraria do atraso” para buscar a ajuda junto ao Governo Federal, tal e qual aconteceu com outros governantes de oposição, como por exemplo o governador do Ceará quando das crises recentes na área de segurança. O momento é de união, mais ainda de uso do bom senso, não havendo espaço às picuinhas políticas, motivo pelo qual é preciso que Fátima desça do palanque, esqueça, por hora a ideia estapafúrdia do “lockdown”, para ir às ruas perceber a situação da população, considerando que há limites à irresponsabilidade.
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