Aulas: Vamos nos enganar e fingir que nossos filhos estão aprendendo
Estou assistindo aula com minha filha de 7 anos, o colégio hoje pediu para fazer uma experiência. Quer uma caixa de papelão, uma bacia com água, dois garfos de plástico e palitos de picolé. A “tia” está ensinando como fazer. Imagine um apartamento, com uma família, todos em casa, tendo que arrumar e a filha com uma bacia com água na sala. Aí a filha olha e pergunta, temos garfo de plástico? Lógico que não.
A criança fica impaciente, Lissa é comportada mas já levantou umas 5 vezes em duas horas de aula. A professora muito esforçada tenta segurar a turma, o problema que é muito difícil, falta saco para ficar na frente do computador. Essas “aulas” seriam interessante como um complemento de atividades, como forma de ensino, esqueçam.
A escola finge que ensina, a gente fica se enganando achando que o filho está aprendendo. A criança acaba estressada porque tem a obrigação de ficar na “aula” e nada de fato é aprendido. Eita coisa difícil.
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