Uma caixa com três bolinhas de tênis pela internet custa R$ 35, já no comércio de Natal é vendida por R$ 44. Uma bolinha dura um mês, não aguenta muito. Quem pratica o esporte compra direto pela rede.
O imposto fica para o outro estado, o dinheiro sai daqui e não tem retorno. Isso é só um exemplo do comércio online, cada vez mais real, principalmente depois da pandemia.
Nessa reforma tributária isso deve ser observado na hora da divisão do bolo, para não ser injusto com os estados mais pobres, como o nosso.
As empresas daqui também devem investir nessa nova modalidade de consumo. Os custos são menores, a competitividade é muito maior.