Os dois são petistas, contra a hidroxicloroquina e já provaram que não sabem administrar a saúde. Mas existe algo que diferencia Petrônio Spinelli (adjunto) de Cipriano Maia (titular), o adjunto que saiu do governo gosta de trabalhar, dava o experiente completo, aparecia nas reuniões, tomava conta do cotidiano da saúde, com reuniões infindáveis com diretores de hospitais, políticos e fornecedores. Cipriano só aparecia na hora de falar com a governadora.
Ligado ao todo-poderoso secretário-chefe do Gabinete Civil Raimundo Alves, o Raimundinho, Spinelli nutria o sonho de ser o titular da pasta da saúde. Foi levado em banho-maria até cansar e chutar o pau da barraca.
Spinelli estava incomodado também com algumas contratações da secretaria de saúde, ele estava com medo de estourar algo grande e não queria assinar vários contratos em relação ao coronavírus.
Os dois já não cantavam o mesmo lula-lá.
O pau de Petrônio Spinelli com Cipriano Maia
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