A eleição e depois o aumento de popularidade do presidente Jair Bolsonaro demonstram que a imprensa brasileira faliu no seu papel de grande influenciadora das massas.
O bombardeio diário no horário nobre, as críticas e as lapadas que o presidente sofre acabaram funcionando com aliados no crescimento e aprovação da sua gestão. Para o povo, existe a necessidade de trabalho, mas a imprensa adotou um discurso alarmista, do terror em relação ao coronavírus, o que acabou afastando ainda mais a população dos "grandes" veículos.
Além da ideologia, os jornalistas não perceberam a necessidade das mudanças no país e ficaram abraçados com o PT e a esquerda. Apesar da realidade gritando nos olhos da imprensa, a preferência foi por não enxergar.