Depois de reagir a uma agressão, o presidente Bolsonaro disse que tinha vontade de encher a cara de um jornalista de bofetes.
Os jornalistas do Brasil estão afetados por isso, o presidente não agrediu, não ameaçou, falou de um desejo depois de ser provocado, não com uma pergunta a respeito dos depósitos na conta de sua esposa Michelle feitos por Queiroz, mas de uma piada com a filha.
A nanica grande imprensa quer transformar o ato em agressão. O problema é muito mais simples, o que existe é uma frustração pela hegemonia quebrada da nova comunicação. Os Grupos Folha, Globo e Estadão deixaram de mandar no Brasil.
O choro é livre.