Os escândalos recentes envolvendo João de Deus, padre Robson e Flodelis, demonstram que o excesso de crença em figuras religiosas pode ser maléfico para o corpo e alma.
Interessante que são três correntes religiosas bem distintas, mas que tiveram grande destaque porque preenchiam o vazio das pessoas que buscam Deus ou alguma resposta milagrosa.
Nós, seres humanos, não somos perfeitos como pregavam os três, nem imperfeitos como até agora constatado nas figuras santificadas que pregavam a perfeição.
A religião faz bem a própria alma, conforta, mas esse canal com Deus deve ter alguns filtros, mesmo porque pode ser direto. O líder religioso pode ter um papel orientador, de encaminhar, mas não é necessário contato físico íntimo, ser o exemplo de conduta ou dependência financeira.
Lembro da música: ado-a-ado, cada um no seu quadrado.