A cobra naja, que quase matou o estudante que a mantinha em cativeiro, ganhou aposentadoria compulsória - tal qual uma pequena parte da sociedade flagrada cometendo crimes. Ela vai passar os restos dos seus dias no Instituto Butantan, que venceu a disputa com o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama) para abriga-la após o ataque.
Lá, a cobra, que não é natural do Brasil e foi, possivelmente, alvo de tráfico internacional de animais, vai passar o resto dos seus dias sendo sustentado pelo poder público.