Em abril, com toda a pompa, o governo do estado anunciou que teríamos, na melhor das hipóteses, 11.500 mortes no dia 15 de maio.
Aproveitou o terror para desviar R$ 5 milhões para compra de respiradores inexistentes, contratou a Liga Contra o Câncer por um valor estratosférico, pagou adiantado R$ 1,7 milhões a OS Avante para 30 leitos de UTIs que demoraram além do prazo para abrir e ainda são contestados seu funcionamento.
Fátima Bezerra virou a governadora dos decretos, seus secretários são os reis das portarias, mas efetividade no combate ao coronavírus não teve. Muita falácias em entrevistas coletivas de quem não manda em nada e os responsáveis escondidos.
Fique em casa e quebre, sem emprego. Tocaram o terror junto com o que chamam de "parceria" com os Ministérios Públicos. A sociedade ficou acuada sem opções, até cansar e na marra voltar ao trabalho.
Os vendedores de "ciência" entraram em ação atrelados as ordens da chefa. E tome lorota. As ações do governo federal atreladas a Natal, Mossoró e Parnamirim melhoraram os índices. Ivermectina e hidroxicloroquina salvaram vidas.
Os torcedores do vírus, propagadores do caos, sem argumentos, agora estão na espera da tão sonhada segunda onda. Picaretas! Em tempo, hoje 9 de agosto, temos 1.970 mortes.