Quem é da parte administrativa da educação do estado assistiu uma guerra por poder de Socorro Batista (a secretária de fato), Getúlio Marques (secretário de direito) e Márcia Gurgel (adjunta que também queria mandar na educação). Os três disputavam cada milímetro, a fofoca corria solto. Getúlio era comedido, mas as duas aspirante ao seu cargo rodaram a baiana nesses 19 meses de governo.
Em contrapartida, o TCE diz que 1/3 das escolas da rede pública não se prepararam para o retorno às aulas. Seria muito interessante o TCE aprofundar essa pesquisa, saber qual o conteúdo programático que foi dado na rede estadual de ensino no período da pandemia.
O poder é disputado com todas as armas, porém a luta pela melhoria educacional, as alternativas para construir melhores condições para os professores, treinamento para nova modalidade de ensino a distância, o que foi feito de fato no planejamento para o retorno, a logística.
O Ministério Público deveria olhar melhor o que acontece na educação do estado, isso geraria proteção para os alunos e professores. O governo da professora Fátima Bezerra é pandêmico, sem plano e muito menos ações para educação.