A governadora Fátima Bezerra ingressou com medida cautelar no STF para suspender a investigação do Ministério Público Estadual a respeito da atividade de agentes da segurança pública estadual que integram grupo paramilitar identificado como “policiais antifascistas”. Uma polícia paralela, que não obedece ao comando e responde diretamente a ela. Em outro lugares, isso é chamado de milícia.
O pedido requer a imediata suspensão do Inquérito Policial n. 003/2020, bem como a paralisação na produção e disseminação de conhecimentos e informações de inteligência e de investigação estatal produzido sobre integrantes do “movimento antifascismo”, por desvio de finalidade. É um absurdo.
Dos 23 policiais investigados pelo promotor Wendell Beetoven 14 fazem parte da guarda pessoal da governadora. Tudo em casa na polícia paralela que não responde ao secretário de seguranca e nem ao comando da Polícia Militar. Estamos criando um mostro.
Fátima é a mãe dessa polícia troncha. Agora é esperar pelo STF, complicado.