O efetivo das Polícias Militar e Civil do RN é superior a 8.500 integrantes, porém 23 tem uma condição especial, são os Policiais Antifascistas. Eles não respondem aos comandantes da polícia militar ou bombeiros, muito menos à delegada-geral, têm linha direta com a governadora Fátima Bezerra. São temidos pelos "colegas", insubordinados, formam uma verdadeira força paralela, a polícia de governo, com leis próprias, um contigente político que usa a força estatal para disseminar a ideologia de esquerda e perseguir aqueles que discordam da chefe suprema.
Dos 23 donos da polícia política do RN, 14 trabalham na segurança pessoal da governadora, outros são espalhados em cargos chaves para informar diretamente a mandatária do que acontece nos corredores das repartições.
O comandante-geral da PM Coronel Alarico e o secretário de segurança Coronel Araujo são figuras secundárias na direção de políticas de segurança. Um cabo do Corpo de Bombeiros é quem manda nas diretrizes gerais do pensamento da governadora Fátima.
Agora, a máquina estatal é utilizada para proteção dessa polícia paralela, a governadora Fátima Bezerra e o Procurador-geral do Estado foram ao STF para proteger os antifascistas de um inquérito aberto no Ministério Público Estadual.
Um monstrengo está sendo parido pela máquina do governo atual.