A Procuradoria Geral do Estado entrou no STF para trancar o inquérito do Ministério Público contra os policiais antifascistas. É a máquina do estado defendendo o braço armado do governo Fátima Bezerra. Se o PGE defende os policiais antifascistas, quem defenderá o Estado? É uma pergunta que o governo tem que responder.
A governadora abriga, na própria sede do governo, uma polícia política cujos integrantes não se sujeitam à hierarquia das forças de segurança de origem nem a qualquer controle. É gente armada! Isso é muito sério e tem que ser investigado.
Na Constituição do Estado, não existe a competência da PGE para defender servidores comuns. Tornando o ato da PGE totalmente fora do rol de procedimentos permitidos.
Semana passada, os policiais antifascistas tentanram um Habeas Corpus na 3° vara criminal de Natal contra o delegado que precide o inquérito. O juiz Raimundo Carlyle decidiu que "tendo sido o inquérito instaurado por conta de requisição do órgão do Ministério Público, ao Tribunal de Justiça compete o processamento e julgamento da ordem de habeas corpus, conforme doutrina e legislação". Julgando que a competência é da instância superior, no caso o Tribunal de Justiça.
Aí a PGE entra no caso e leva direto o caso para o STF. O Estado do RN está em estado de putrefação.