O que parecia uma ideia de senso comum, baseado no fato de que, aparentemente, há mais pessoas pedindo dinheiro nas ruas, foi confirmado por pesquisa do IBGE: a fome cresceu no Brasil e no Rio Grande do Norte, principalmente, entre os anos de 2013 e 2018 (período da coleta de dados).
No caso do RN, o problema alimentar já atinge 7,6% das residências, o que equivale a 81 mil casas. O crescimento em comparação a ultima pesquisa, divulgada em 2013, foi de 2,5%.
Com isso, o Rio Grande do Norte possui uma das três maiores proporções de domicílios com insegurança alimentar grave do Nordeste. O percentual de 7,6% coloca o estado potiguar na mesma posição que Alagoas (7,7%). Na região, o Maranhão (12,3%) lidera com ampla diferença.
Antes que digam que isso é consequência do governo do "Coiso", do governo Bolsonaro, vale lembrar que entre 2013 e 2018 o Brasil vivia o segundo governo Dilma Rousseff, que foi encerrado com Michel Temer, eleito ao lado de Dilma, no poder.