O Colégio Marista de Natal fez uma grande bobagem ontem, contrariou a maioria dos pais que pensam diferente da excrescência "ensinada" é cobrada na prova. Temos que ter muito cuidado com os professores de história, ética, sociologia e filosofia.
É dever dos pais cobrar da instituição a linha de ensino e acompanhar seus filhos no aprendizado. O colégio é apenas uma extensão da educação. Temos que catequizar nossos filhos em casa, ensinar o certo, rebater o que não concordamos. Politizar nossos filhos com nosso pensamento.
Dito isso, criticar mais uma vez a postura da escola e pronto. O assunto passou. Mesmo chateado, acredito no Marista, gosto de Irmão Assis. Vejo sua dedicação, todos os dias recebe os alunos, é presente, acessível, tem compromisso com o ensino.
Sim, o colégio errou, e quem não erra? Espero que mude a postura, cobre de seus professores distanciamento de mimimi, do discurso de esquerda, pare de criminalizar a polícia, mas a instituição é muito maior que um erro, merece confiança.
O irmão Assis, ontem, foi na polícia, tentou desfazer a barbeiragem. Eu acredito na sinceridade dele. Não vejo porque punir o professor, a escola e muito menos entrar com ações. Foi um erro, a sociedade repudiou, o colégio entendeu o recado e pronto.
Eu, por diversas vezes já fui vítima de cancelamento orquestrados pela esquerda, já tive redes sociais minhas e de empresas que trabalho invadidas com campanhas, sei o quanto é difícil. Essas crises duram de 24 horas a 48 horas, depois vida que segue.
O Marista é maior que isso, vem formando dezenas de gerações em Natal. Com base nessa história, no que vejo diariamente de empenho da equipe de professores, colaboradores e coordenadores, acredito na instituição.
Vida que segue, só não erra quem não faz.