Da sexta para o sábado rolou uma festa na Sagres, local que fica a elite das elites do Porto Brasil até as 4h da manhã. Reclamações, ameaças de multas. Os pais do "menino" que promoveu a festa justificaram que a turma do barulho é paraibana. Teve desentendimento, isso até seria comum no Vila Imperial, mas no Sagres o nível deveria ser mais alto.
As festas nas casas abastadas começaram a rolar no Porto Brasil ao meio dia do sábado, sem hora para terminar.
Som alto, cheiro de churrasco, bebida franca. tudo de matar de inveja os refugiados da Faixa de Gaza do resort.
Sem os famosos shows do Circo da Folia de Pirangi por conta de pandemia, os proprietários e inquilinos dos apartamentos do PB e dos “apertamentos” do Imperial ficaram dependendo de convites para as festas particulares nas casas dos endinheirados.
Os convites para tais festas são aguardados com o coração na mão. Disputas acirradas para mostrar quem tem mais prestigio com o vizinho rico são comuns. Os comentários maldosos sobre quem foi ou não convidado rolam soltos nas varandas.
Enquanto isso, grupos de jovens, menores de 18 anos, passavam com garrafas de bebidas alcoólicas nas mãos, transitando livremente e sem fiscalização pelas ruas em direção ao famoso “caracol”, apesar da presença de muitos promotores e juízes veraneando por lá.
O veraneio no PB, entre muralhas, sem distanciamento social, com todos aglomerados e sem máscaras, parece ser mais permissivo que Pipa e São Miguel do Gostoso.