Sebastiana, 38 anos, trabalha com a família há 8 anos, sem carteira assinada, porque recebe o bolsa família. Tem 1,5 metro, 95 quilos, cozinha divinamente bem, responsável, super antipática.
Certo dia no veraneio, um dos netos do patriarca da família resolveu cantar a baixinha obesa, o pior, ela aceitou de boa, estava carente, mais de 10 anos que não pegava ninguém. Não perderem tempo, foram para a dispensa da casa.
No primeiro beijo, quando a língua entra na boca a prótese dentária (chapa) sai do lugar, o menino de 16 anos não se intimida, o fogo sobe, é tesao demais. Se livra da roupa, quando pelado pronto para entrar em ação, a avó abre a porta. Tá feito o escândalo, a velha grita feito uma louca, todos correm.
Começa um julgamento com participação de toda família. O primo gay de 17 anos, deitado na rede com o namorado, diz que ele desrespeitou a casa do avô, tem que ser punido. A prima ativista, que trabalha voluntária em uma ONG, acha que o garoto usou o poder econômico para intimidar a funcionária, tem que ser denunciado. A tia quer colocar Sebastiana para fora. A avó só chora, a criança dela foi bulinado. A confusão está feita.
Pela primeira vez no veraneio, o avô toma as rédeas da casa, manda todo mundo esquecer o que aconteceu. No íntimo, ele estava morrendo de inveja do neto, como o menino conseguia ter tesão naquele troço, com a idade, tudo cai.
Continua o veraneio, no almoço Sebastiana vai fazer uma rabada.