Secretário-executivo do Consórcio Nordeste (aquele do calote de R$ 5 milhões somente no RN), Carlos Gabas deu entrevista ao canal Fora de Moscow, do jornalista Bruno Barreto.
Gabas foi chamado à CPI da Covid na Assembleia Legislativa, mas conseguiu um Habeas Corpus no TJRN para ficar calado durante a reunião da Comissão.
O melhor da entrevista foi o argumento dele para ficar calado na CPI: Gabas não aceitou ser “convocado como investigado”.
Faltava mais nada. O sujeito tem envolvimento com um escândalo que envolve os nove estados do Nordeste e quer ditar as ordens. Só mesmo no Brasil uma coisa dessas.
“Quando falaram da minha convocação, tinha entendido que seria como convidado, como testemunha. Quando vi que seria como investigado, vi que não era possível. Teve um processo, nós compramos e não foi entregue. Levei a denúncia para a Polícia e sou investigado?”, questionou o secretário-executivo.
Ele foi para o ataque ao dizer que "alguém está tentando se dar bem em cima dessa questão, levantar lebre, procurar chifre em cabeça de cavalo. Nós compramos, não entregamos, está sendo investigado pela polícia. Mas montaram um teatro, chamaram senador de fora. Nós somos os mais interessados em apurar e que o dinheiro seja devolvido".
Gabas poderia dar nome a que está “tentando se dar bem” ou vai fazer igual com os respiradores: sumir.