Quando eu vejo que o Minas Tênis Clube afastou o jogador Maurício de Souza meu sentimento é de medo.
Falo 1h30 min na 96 FM, 20 min na 93FM/Nossa Tv de Mossoró e escrevo, escrevo mesmo, 25 textos todos os dias. Dou opiniões e sei que atinjo estruturas fortes do poder do estado. E esse povo quer me pegar.
Maurício deu uma opinião pessoal e o mundo caiu na cabeça dele. Tem o pessoal que vive para cancelar, perseguir, a turma do lacração e do politicamente correto.
Talvez a maioria das pessoas que tenham ligado para os patrocinadores e o clube não são nem torcedores, muito menos clientes, apenas lacradores que querem impor sua política. Somos reféns!
Já passei por isso, perder empregos e, principalmente, patrocinadores. Uma só palavra pode ser destruidora.
Esse povo não liga para quem rouba R$ 62 bilhões da Petrobras, desvia R$ 5 milhões do RN para respiradores fantasmas, mas quer a todo custo a cabeça de quem vai contra a política ditatorial do comportamento imposto pelos politicamente corretos e a cambada de esquerda.
Tenho duas opções, uma é parar e ficar na marola me fazendo de jornalista e o outro é correr os riscos, continuar a opininar e um dia colocar uma palavra errada e novamente ser cancelado.
Entendo que o medo faz parte da vida, é natural sentir isso, por isso vou continuar e correr riscos, mesmo já tendo sentido as consequências.