Imagine você ser suspeito de mandar matar uma pessoa e depois ainda querer ficar recebendo pensão por morte em decorrência do fato ocorrido.
Isso é o que está acontecendo no caso que envolve a morte do servidor público Marcos Antônio Braga, que foi assassinado há três anos, e a investigação apontou sua esposa, Brena Katuana da Silva, como mandante e o amante dela como o autor do crime.
A mulher está presa desde abril de 2019. Agora vem o absurdo: o pedido de pensão foi deferido em julho, mas a informação é que o advogado dela entrou com mandado de segurança este mês para ela receber o benefício.
Segundo a investigação da época, o crime teve como motivação uma previdência privada em torno de R$ 1 milhão que a vítima pagava além da pensão por morte e os bens do falecido.
Ou seja, a decisão do INSS faz parecer com que o crime compensa. Será mesmo que vão liberar esse benefício para ela? E o Instituto nada vai fazer a respeito ou vai ser conivente com isso?