A professora Fátima Bezerra, governadora do RN e atual atleta popular, tem mexido o caldo com farinha para engrossar o pirão para 2022.
Seu governo é sofrível, mas os 113 mil servidores públicos estaduais, ativos e inativos, e seus familiares, além dos fornecedores de produtos e serviços por eles adquiridos, garantem um percentual elevado de preferência popular.
Uma conta simples. Cada servidor, ativo ou inativo, tem uns 4 parentes próximos, e fornecedores como escolas, supermercados, postos de gasolina etc., todos recebendo um quinhão dos seus vencimentos mensais, pagos em dia.
Fátima sabe disso. E prioriza o grupo dos 113 mil em detrimento dos 3.500.000 que nada recebem do seu governo.
A pandemia ajudou o governo Fátima com recursos federais abundantes. Por isso, apesar da quase total redução de casos por Covid no RN, o governo insiste na edição de decretos com medidas restritivas, prolongando o estado de emergência. A pandemia é um "negócio" lucrativo.
O desestímulo aos empreendedores do RN, especialmente micros e pequenas empresas, é uma das barreiras impostas pelos decretos restritivos do governo Fátima.
Para piorar, Fátima e o PT veem cada empreendedor como um “direitista”. Cada vendedor de lanche em carrinho nas ruas é visto como um “bolsonarista”, portanto como um inimigo do governo Fátima, por isso foram tão perseguidos.
É um absurdo! Porém, é a mais pura verdade. Enquanto isso, Fátima vai mexendo o caldo com farinha, engrossando o pirão para 2022, por absoluta falta de oposição séria e competente no RN.
Quando vejo as movimentações da oposição, o medo de enfrentar a governadora, só tenho pena da população do estado que corre o risco de ter mais 4 anos de Fátima Bezerra.