O Ministério Público do Rio Grande do Norte mais uma vez mostra que é um grande parceiro do Governo.
Dessa vez, o MP incorporou o papel de Defensoria Pública e fez as vezes de defensor do ex-coordenador de Análises Criminais da Sesed, Ivênio Hermes.
Nas contrarrazões apresentadas à Justiça, o MP pede que "em face do exposto, face à situação financeira do flagranteado" a fiança arbitrada a Ivênio, que era de 40 salários mínimos, seja reduzida para 10 salários mínimos.
E alega que a fiança "se mostra excessiva, já que corresponde a aproximadamente três vezes o valor de seus rendimentos".
Eu vejo a hora é Ivênio receber uma indenização.