O Pix vai completar na próxima terça-feira (16) seu primeiro ano de operações no Brasil. Ferramenta criada para democratizar as operações financeiras por meio digital no país, é cada vez mais utilizada e com número crescente de funcionalidades. Fintechs têm expandido as possibilidades de serviços nesse campo.
Uma dessas opções é conjugar o Pix com split de pagamento, modalidade em que um único valor é pago por um usuário e pode ser dividido automaticamente por mais de um recebedor. “É uma ferramenta muito prática e cada vez mais demandada pelos clientes. Recentemente, passou a ser possível fazer via Pix também”, atesta o diretor da fintech potiguar Orendapay, Kennedy Diógenes, empresa que já oferece esta tecnologia aos seus clientes.
Lançado em 16 de novembro de 2020, o Pix ultrapassou a marca de 100 milhões de usuários no Brasil, segundo o Banco Central. Em termos de transações, já movimentou mais de R$ 1 bilhão, também conforme acompanhamento do BC. Números que comprovam um crescimento de 640% na utilização do serviço e apontam para sua popularização.
Grupos financeiros, tanto da rede tradicional quanto do meio digital, mobilizam-se para atender a esta forte demanda. Em tempos de serviços digitalizados, oferecer velocidade e facilidades em soluções aos clientes continua sendo um diferencial em qualquer ramo de negócio. Nesse contexto, o Pix se soma ao split para ampliar a carteira de operações das fintechs e, consequentemente, seus negócios.
“O split é uma modalidade que está se expandindo no mercado e pode ser utilizado de diversas maneiras. Não apenas com o Pix, que é uma ferramenta recente, mas também com as maquininhas de crédito e no chamado woocommerce, com lojas virtuais e marketplace”, exemplifica o diretor da Orendapay. “Assim, alguém pode adquirir produtos, por exemplo, em várias lojas virtuais e, no fim das compras, fazer um único pagamento, cujo valor será direcionado aos correspondentes fornecedores”.