Não tem coisa melhor que um hambúrguer oleoso, cheio de queijo, bem grande que quando a gente pega a gordura escorre pelas mãos e fica todo melado.
Quando menino, em Tibau, tinha o Kikão, um treiler que a maionese era artesanal, o sanduíche enorme que entupia uma coronária de 2 polegadas de tão gordo.
A minha geração é raiz, já participei inclusive de competição de arroto, tomar a coca cola e depois fazer aquele barulho vindo da alma todo orgulhoso. Uma arrotada potente.
A geração atual é diferente, na juventude quando fazia esporte ou ia a praia, levava roupas velhas, usadas. Agora, a nutelagem faz look, combina cores, olham as marcas.
Os meninos do Crossfit adoram apertar os braços dos colegas, para sentir o músculo inchado. É tudo bem diferente. Lavantam um pneu de trator 🚜 e depois ficam preocupados com as unhas 💅.
Fazer Beach Tennis é uma complicação, até a escolha da calcinha é difícil. Tem que ser cavada, fazer marquinha. Jogam até de calças 👖, é surreal. A competição é maior fora das quadras, tem que ter valor agregado na vestimentas, raquete, relogio e até no Jeep.
Para essa turma nutella, vai uma dica para lacrar no hambúrguer vegano 🍔, o porta sanduíche, coloridos, para comer sem gordura. É possível comer com elegância, passando longe do sebosão.