O assassinato de um homem na escadaria de Mãe Luiza demonstra a força do estado parelelo. O homem teve uma atitude que a comunidade reprovou, aí foi julgado e executado.
O estado paralelo nas comunidades, que o Estado oficial não entra até por descaso das autoridades, "funciona". Resolvem saúde, briga de marido e mulher, regras sociais, o que é permito, tratam de educação e até da "distribuição" de sinal de TV fechada. A imposição do medo predomina.
Natal virou uma cidade perigosa.