Vejam só a que ponto chega a situação no serviço público: O Hospital Deoclécio Marques realizou uma licitação. Até aí tudo bem.
Mas a empresa vencedora, no ato da assinatura do contrato, não apresentou as documentações e especificidades exigidas para assumir o contrato.
O Hospital deu um prazo de 15 dias para que a empresa apresentasse a documentação solicitada, mas foi constatado que ela não tem o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) e que trouxe sete médicos da Paraíba sem o CRM.
E isso, segundo informado ao blog, foi colocado sob a orientação do chefe do contrato.
Ficam os questionamentos: Na atuação desses contratados, quem será o responsável por um possível erro médico? O Ministério Público será que tem ciência dessa situação? Qual será a providência?