A situação dos hospitais Walfredo Gurgel e Deoclécio Marques está no limite. E a Secretaria Estadual de Saúde não parece se importar.
A situação está em tal ponto que só há duas caixas básicas para os médicos enquanto há cinco cirurgias a serem feitas no Deoclécio.
Há uma “promessa” de caixa para às 15h. Até lá, os médicos “se viram nos 30” com o pouco que tem.
Para se ter ideia da tensão, os médicos tinham que escolher quem seria atendido e torcer para outra unidade hospitalar aceitar o preterido.
Viva o SUS!