O TCE/RN é um nanico institucional. Casa de apadrinhados, com poucas excessões, é aquele órgão forte para prefeitinhos do interior e cego para aqueles que dominam o Estado. Dentro do nada que o TCE/RN faz (esqueci ele vai construir um edifício garagem, até desapropriou o terreno e pagou), é incapaz de rastrear o caminho do dinheiro mesmo caindo na fonte 100 (uso livre) do Estado.
Em seu momento mais relevante nos últimos tempos, um procurador da Casa enxergou legalidade nos R$ 5 milhões pagos ao Consórcio Nordeste para comprar respiradores em empresa que vende remédios a base de maconha pela internet.
O papel capacho do TCE/RN está no próprio DNA do apadrinhamento arraigado nos alicerces do prédio. As próprias histórias da Casa faz arrepiar cabelo em cabeça de careca.
Cada dia mais decepcionado com as instituições do RN e seus representantes. É lamentável. As 680 pessoas que morreram sem UTIs e as 71 que agonizam nesse momento esperando uma vaga para tentar respirar, devem agradecer também as excelências do TCE/RN.