De acordo com o texto enviado pelo Governo Fátima no início da tarde de hoje (14), "grande parte dos suspeitos de envolvimento com as mortes de policiais ocorridas este ano no Rio Grande do Norte já foram presos ou identificados". Na realidade, os suspeitos de apenas dois dos casos de violência contra policiais foram efetivamente presos até o momento.
De acordo com a Secretaria de Estado da Segurança Pública, de janeiro até o dia 13 de março, quatro policiais militares do RN e um policial civil da Paraíba foram mortos, além de outros dois PMs potiguares que ficaram feridos, todos vítimas de assaltantes. E os casos estão assim:
O cabo da PM Gustavo Pinheiro de Andrade, de 39 anos, morto ontem (13), em Capim Macio. O criminoso foi identificado, mas ainda não foi preso.
Antes, na segunda (12), outro PM baleado na cabeça em assalto em Lagoa Nova. O bandido também foi identificado, mas não foi preso.
No sábado (10), a vítima foi um policial civil da Paraíba, morto em um assalto no bairro Pitimbu. Cleverson Luiz Fontes, de 45 anos. Dois suspeitos foram presos e autuados em flagrante.
Na sexta (9), um sargento do Batalhão de Choque da PM foi baleado durante um assalto em Lagoa Nova e se recupera. Segundo a PM, os bandidos já foram identificados e presos, mas os nomes não foram identificados.
No dia anterior, em Mossoró, o cabo Francisco Marcolino Sobrinho foi assassinado. A PM informou que um dos suspeitos de ter participado do latrocínio morreu em confronto armado com policiais militares.
No dia 4 de março, o sargento da PM aposentado Neuton Alves, de 56 anos, foi morto durante uma troca de tiros com assaltantes em São Miguel do Gostoso. A PM disse que os bandidos foram identificados, mas ninguém foi preso.
No dia 8 de janeiro, em Maxaranguape, o cabo reformado da Polícia Militar Haroldo Cavalcanti Gomes, de 52 anos, foi assassinado. A Polícia Civil investiga o caso.