Suspeito de chefiar o esquema de corrupção que fraudava o sistema de regulação de exames e consultas pelo Sistema Único de Saúde, o vereador de Parnamirim Diogo Rodrigues da Silva (PSD) também é investigado por empregar parentes como servidores públicos "fantasmas" em secretarias de municípios da região.
Além disso, logo que os "fantasmas" recebiam o salário, o valor era repassado diretamente para o vereador.
Segundo promotores de Justiça que atuaram na operação Fura-fila, a mãe e uma concunhada de parlamentar eram usadas no esquema fraudulento.
Um dos promotores, Sérgio Gouveia, disse que “a mãe [do vereador] conseguiu cargos e uma concunhada também, esses eram os familiares mais próximos. E não trabalhavam. Identificou-se que assim que o dinheiro caía o Diogo já sacava os valores”.