"Se começamos a flexibilizar a abertura de escolas, temos que restringir os bares e restaurantes com a venda de bebidas alcoólicas”.
Esse é o argumento do secretário estadual de Saúde, Cipriano Maia, para justificar a proibição do uso de bebida alcoólica em espaços públicos, que tem no decreto da sua chefe, Fátima Bezerra.
Cipriano, que nada tem feito para um trabalho eficiente na Secretaria, argumenta que isso “tem sentido epidemiológico e de responsabilidade com a proteção da vida”.
E cita “vários estudos internacionais mostram esses ambientes com alto potencial de transmissibilidade, pois ao motivar o encontro de amigos para papear estamos favorecendo o risco de contágio”.
E o secretário vai além ao dizer que “a isso, soma-se o fato de que o avanço do consumo do álcool vai liberando os controles, as censuras, e cresce o risco das pessoas adotarem comportamentos mais agressivos, mais liberais, sem se proteger e sem proteger os outros”.
Cipriano, comportamento agressivo quem tem são seus colegas do “pacto pela vida”, que agem – a mando da governadora – com autoritarismo contra quem quer trabalhar.
Ah, essas falas do secretário são no texto oficial do Governo.