A Cooperativa Médica do RN (Coopmed/RN) anunciou hoje (30) que encaminhará ao Ministério Público e aos órgãos competentes o movimento do Sindicato dos Médicos (Sinmed) contra o contrato firmado entre a cooperativa e a Prefeitura de Natal, caso ele seja levado adiante.
Para explicar a situação, é preciso voltar um pouco atrás. Mais cedo, o Sinmed divulgou uma nota informando que os médicos iriam suspender as atividades a partir do dia 1º de maio (no caso, sábado) em razão de uma suposta quebra de contrato e redução de pagamento de hora trabalhada dos profissionais. A iniciativa atingiria o contrato firmado entrea Coopmed e a Prefeitura de Natal, ameaçando o atendimento na rede médica local.
O problema é que, se não bastasse o fato do Sinmed não ter qualquer relação jurídica com a Coopmed, ainda há uma pandemia em destaque, o que torna a suspensão de qualquer atividade médica, um absurdo.
"A situação que se apresenta oferece prejuízo ao próprio ato médico, uma vez que diante do momento pandêmico a administração pública encontra-se abraçada pela lei naquilo que se refere à paralisação de serviços ou greve", escreveu a Coopmed.
Segue a nota completa da instituição: