O ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), pautou para o dia 21 a análise do recurso feito pela PGR (Procuradoria-Geral da República) sobre a validade da delação premiada do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral.
A PGR entrou com recurso em 11 de fevereiro, pediu para que o acordo fosse invalidado e requereu, ainda, que, caso seja mantido, não afete as prisões preventivas decretadas contra Cabral. O ex-governador está preso desde novembro de 2016 e fora condenado em mais de 13 ações penais, que somadas ultrapassam 280 anos de reclusão.
Entre outras informações, o acordo de delação premiada do ex-governador acusa o ministro Dias Toffoli de ter recebido R$ 4 milhões para favorecer dois ex-prefeitos da capital carioca em processos do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Nesta terça-feira (11), a PF (Polícia Federal) pediu abertura de inquérito contra o magistrado.
R7