A imprensa, possivelmente, nunca experimentou tanta liberdade quanto neste governo Bolsonaro. Depois que um jornalista torceu pela morte do presidente, agora é a vez de outro, um tal de Ricardo Kertzman, colunista da Istoé, afirmar que Bolsonaro é brocha e "deve ser gay passivo também".
"Mas, se há algo que esconde, ou melhor, entrega, algumas preferências secretas, conscientes ou não, do amigão do Queiroz, é a quantidade e frequência com que repete piadinhas velhas e infantis sobre os gays. A fixação pelo 'rabo', então…", afirma o jornalista na tentativa de justificar sua teoria.
Estamos bem de liberdade, mas péssimos de jornalismo.