Hoje falei da "Coelhada do Pedal", uma história que aconteceu, mas que relatei como um conto, já que é um hábito (a coelhada) mais comum que imaginamos.
A turma de Mossoró fez relatos de acontecimentos semelhantes na Serra Mossoró e no caminho para Grossos. Podia ter sido lá mesmo.
Mas minha história foi em Pium, nada impede de ter acontecido em qualquer parte do Brasil ou do mundo.
Uma senhora me ligou aos prantos, disse que eu tinha destruído a inocência do pedal. Oiiii? Eu devo ter destruído também a inocência do Crossfit, do Porto Brasil, do Beach Tênis, Natal ou até mesmo do inferno.
Essa turma nunca leu Nelson Rodrigues (peço desculpa pela comparação pretensiosa), mas pelo menos sou uma imitação barata.
O que me preocupa nessa história toda, não é a revolta do pedal, mas o analfabetismo funcional mesmo. É a incapacidade de cognição, de entendimento, somado ao vitimismo, coitadismo e muito mimimi.
Se você nunca deu uma coelhada no pedal, pronto, não é com você a história. Inclusive eu lamento porque não deu, que não tem nada demais um pouco de emoção na vida.
A coelhada pode ser no vôlei, no futebol, no surf e até no trabalho. Eu só espero não receber uma cartinha de repúdio da Associação dos Coelhos 🐇 Virgens.