Um empresa de turismo no Ceará foi condenada pela Justiça do Trabalho após fazer uma votação similar a do paredão do Big Brother Brasil para decidir qual funcionário seria demitido. A ex-colaboradora receberá uma indenização de aproximadamente R$ 14 mil.
A ex-funcionária mais votada pelos colegas afirmou que foi coagida a participar da votação numa reunião, além de ser obrigada a justificar seu voto. A mulher trabalhava há pouco mais de um mês na empresa, e saiu sem receber verbas trabalhistas.
“Depois de atender entre cinco e seis clientes, o gestor reuniu todos e os levou para uma antessala, alegando que eles não haviam efetuado nenhuma venda e que eles só estavam preocupados em comer; informou que naquele exato momento ia fazer um ‘Big Brother’ e mandou escolher um vendedor e um fechador para votar e para sair da equipe; que naquele momento o depoente ficou constrangido e se recusou a votar”, escreveu o juiz Ney Fraga Filho na sentença.
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