Os contos que escrevo apesar dos locais serem conhecidos não tem nenhum personagem real, é uma soma de várias histórias.
Algunas pessoas perguntam porque sempre tem sexo e dinheiro nos contos, é simples, não vou escrever contos para falar de política ou COVID-19, eles são justamente para sair um pouco de realidade.
A escolha do Porto Brasil ou Lagoa do Bonfim atende a apenas critérios de aparição, se as pessoas que frequentam esses lugares ficam incomodadas, imagine se eu fosse contar a história de um bairro pobre, a mimimi seria muito pior.
Imagine, tem gente que é dono de um muquifo de R$ 800 mil depois da Faixa de Gaza no Porto Brasil e fica sentindo discriminação, se eu falasse de um pobre de verdade o mundo acabava.
Também não teria graça escrever a respeito de jogo de petecas, ninguém pratica esse esporte em Natal. Então nada melhor que as coelhadas do pedal, as raquetadas do BT e os meninos do Crossfit.
Por fim, assim que acabar a pandemia vamos lançar um livro com esses contos e outros inéditos, mais picantes e calientes. Até lá, boa leitura.