Já terminei dois casamentos e resolvi procurar amigas e amigos que já passam pela mesma experiência de separação e saber a saga deles antes do divórcio.
Quando o casal começa a dormir bunda com bunda, transar uma vez por mês graças ao Viagra e tudo acabar em confusão, até aquela bufa (peido) que antes era suportável e todos sorriam, agora é uma ofensa e motivos de gritos. Tudo incomoda, já dormem em quartos separados, os dois com desejos em terceiros, já com planos para viagens com novos parceiros, chegou a hora de tomar uma decisão, participar de um ECC (encontro de casais com Cristo) da Igreja Católica. Será oferecido o milagre do amor, o tiozinho e a tiazinha (não aquela gostosa) vão passar as experiências do casamento faliz deles. Você pensa que é impossível ser feliz com o tribufu da tiazinha. Reza, músicas, testemunhos e aquelas surpresas que você imagina quais são, o FDS passa, você e ela, o casal, na teoria encontraram com Cristo. Na saída do evento olham para o outro, prometem muito amor, fidelidade e paciência.
No dia seguinte o pau come, a briga só piora, é o momento ideal para a última etapa com intuito de salvar o casamento, a bacia das almas, a terapia de casal, pagar uma terceira pessoal para escutar as babaquices dos pombinhos. Isso garante uma sobrevida de mais dois meses juntos. Até que um dos cônjuges rompe com o terapeuta e aí vai ser feliz com o pé de lã. Pelo menos mais que no casamento.
O casal moderno, descolado, tem que passar por essas duas etapas. Se são casados pela segunda vez, no ECC passará por alguns constrangimentos da não comungar e da busca para anular o casamento católico, coisa que você não quer, tem boas relações com a ex.
8 amigas e 1 amigos contaram como o ECC e o terapia de casais foram bons para acabar de fato o casamento falido.
Aí é só entrar no Encontro com Cristo, EC, arranjar uma namoradinha nova e ser feliz até a próxima crise.