A família Alves foi a oligarquia mais poderosa e influente do RN. Tudo começou com Aluízio Alves, depois os irmãos Agnelo e Garibaldi pai, os filhos Henrique e Ana Catarina, os sobrinhos Carlos Eduardo (depois teve voo próprio) e Garibaldi Filho (esse tem a mesma estatura do tio), os sobrinhos netos Walter e Felipe e até o cunhado José Dias (que depois seguiu o caminho político longe da família).
Na atual conjuntura política com Henrique, Garibaldi Filho e Carlos Eduardo sem mandatos, todos de alguma forma tentam atrelar a imagem a do líder do clã para recuperar o espírito da turma verde, os bacuraus.
Existe a tentativa de romantizar Aluízio quase que canonizando sua atuação política. Para a turma com mais de 60 anos isso pode surtir um bom efeito. Puxa algo afetivo. O problema que a turma de Aluízio envelheceu ou morreu. Até mesmo Garibaldi Filho, o último governador Alves, deixou o governo do RN há quase 20 anos, quem é mais jovem não lembra de sua passagem pelo executivo.
O certo que os Alves tentam se apegar a alguma coisa para tentar um retorno ao poder, a memória de Aluízio com seu centenário é uma forma de tentar no passado recuperar o futuro. Isso é um ponto de união de Henrique, Garibaldi, Carlos Eduardo e Walter.
Nem vivo Aluízio conseguiu unir tanto os Alves em um projeto.