A gente está trabalhando aí recebe uma "notificação" do Ministério Público da comarca de Pendências. A autoridade, o promotor Roberto César Lemos de Sá Cruz, quer o arquivo de vídeo original que o presidente da câmara de pendências rasga dinheiro. Eu lá sei o que é isso. Se coloquei no blog, ele diga o que é, quando foi, que horas. Depois eu não tenho o "original", quando posto, apago o arquivo "original" que vem pelo WhatsApp ou outras redes sociais.
O promotor quer que eu compareça em 15 dias na promotoria em Pendências para prestar esclarecimentos. Sério? Que horas? Que dia? Ele estará lá me esperando? É cada uma. Está trabalhando presencial? Esse pessoal acha que está lidando com a "clientela" deles (traficantes, ladrões, crimes do colarinho branco.). Se quer me escutar, não sei como o quê, mande alguém da promotoria de Natal (se tivesse judicializado, seria uma carta precatória) para fazer minha oitiva ou por algum meio eletrônico. Se bem que não tem cabimento nenhum.
No mais, isso é só uma crise de promotorite, excesso de autoridade. Vou responder que tudo que sei está no blog e na postagem. Da próxima vez tenha o trabalho de ler antes de assinar bobagem para não passar vergonha em público.
Esse é um estado que trabalhar causa problemas, sinceramente, as vezes enche o saco. Também não posso revelar fontes.