A Polícia Civil prendeu hoje (17) três pessoas suspeitas de envolvimento na morte da comerciante Pollyana Natalusca, de 22 anos. Dentre os presos, estão a irmã e o cunhado da vítima, além de um policial militar do 4º Batalhão. O trio teria mandado matar a jovem, para não ter que dividir uma herança estimada em R$ 2 milhões.
Pollyana foi assassinada dentro de uma loja na avenida Boa Sorte, no bairro Nossa Senhora da Apresentação, Zona Norte de Natal, no dia 18 de maio. A herança incluiria casas, apartamentos, pontos comerciais, veículos, terrenos e granjas.
Ainda no mês de julho a Polícia prendeu outros três suspeitos. Naquela ocasião os homens presos são apontados como os autores de fato do crime, sendo um deles o atirador que matou a comerciante, outro o condutor, e o terceiro seria o dono da motocicleta utilizada no crime.
Hoje, a Polícia Civil não divulgou o nome da irmã, nem do cunhado, nem do PM presos.
História
Pollyana Natalusca é filha biológica da assistente de cozinha Gilvanete Fernandes. Quando tinha um ano de idade, ela foi adotada por Pedro Soares de Medeiros e Márcia Maria da Costa, um casal de comerciantes que construiu patrimônio na cidade de Extremoz, Região Metropolitana de Natal. Pedro e Márcia faleceram entre 2009 e 2011 vítimas da diabetes e deixaram uma herança a ser dividida entre as duas filhas biológicas e a adotiva, Pollyana.