Tempos de guerra e tempos de paz.
Gostaria de iniciar este artigo citando o capítulo 3 do Eclesiastes, onde há uma bela reflexão sobre o tempo.
Tudo tem o seu tempo determinado, e todo propósito debaixo do céu tem o seu tempo:
2 Há atempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou;
3 Tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar;
4 Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar;
5 Tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar;
6 Tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de lançar fora;
7 Tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de calar, e tempo de falar;
8 Tempo de amar, e tempo de aodiar; tempo de guerra, e tempo de paz.
Passei bastante tempo entrincheirado, lutando e combatendo o mal esquerdista que vinha comandando o país desde a redemocratização. A lenta transformação do Brasil em um estado comunista a caminho de um narco estado acendeu em mim e em diversos compatriotas o desejo de guerrear e lutar.
Conseguimos vencer a mãe de todas as batalhas que foi a deposição do governo do PT que estava conseguindo coroar o seu projeto de poder eterno. Depois disso descansamos. Foi um tempo de guerra e nós vencemos a guerra.
Seguiu-se um tempo de paz onde vários valores foram restaurados e uma nova forma de estado está sendo erguida. Porém a serpente da esquerda ainda não está exterminada, mercenários como o MBL, o Vem Pra Rua, facções do NOVO, que combateram do nosso lado, se revelaram.
Esse ninho de serpentes se reuniu fundando um engodo da nova esquerda chamado terceira via, que nada mais é que o pêndulo voltando forte para a esquerda.
Agora vejo que temos que voltar ao tempo da guerra. O caldo esquerdista, comunista, anti-família, começa a engrossar. Eles ocupam maioria no congresso, dominam o judiciário e já manipulam as minorias.
É urgente que sejamos menos puritanos, menos tolos, menos críticos de nós mesmos e nos unamos para combater mais uma vez, colocando milhões nas ruas neste 7 de setembro. O nosso cochilo/descanso passou a falsa imagem de que estamos mortos e acabados.
Bolsonaro pode fazer e falar muita besteira, mas é inegavelmente o melhor caminho que a direita conservadora tem para entregar o Brasil com um STF renovado, instituições desaparelhadas e a serpente da esquerda morta e finalmente enterrada, a alguém como um Zema ou um Tarcísio que são mais palatáveis aos mais moderados.
Porém, o momento é de guerra, de urgência e de união. Conclamo a todos que se encontram adormecidos para saírem a rua no dia 7 de setembro levando seus filhos e as suas bandeira verde e amarelas. Vamos vencer novamente!
Gustavo Andrade Rocha
Empresário e ativista