Começo pelo o único ponto que a governadora Fátima Bezerra tem para comemorar, o pagamento do valor de R$ 500 milhões em folhas em atraso, recebeu quase da gestão anterior R$ 900 milhões de dívidas com o funcionalismo. Só isso!
Na saúde foram dias de tragédias, o fechamento do Ruy Pereira, 920 mortes de gente na fila por UTIs (mesmo com recursos abundantes do governo federal), a não construção de hospital de campanha no COVID-19 , 20 mil pessoas na fila de espera por uma cirurgia eletiva, sucateamento de equipamentos, atrasos e descaso com a população que precisa do estado para ter atendimento médico.
Na segurança, temos a sensação da violência em todas as esquinas. Falta comando, competência, mesmo o estado recebendo mais de R$ 180 milhões em equipamentos do governo Bolsonaro. Os presídios é uma panela de pressão pronta para o estado perder o controle.
No social, existiu corte no número de refeições nos restaurantes populares, não teve um programa com a marca do PT.
Não conseguiu usar o financiamento do Banco Mundial, são obras arrastando sem fim, falta gestão, exemplos clássicos são o Hospital da Mulher de Mossoró e o Forte dos Reis Magos (era para ter sido concluído em novembro de 2019).
Mesmo com os cofres do estado bombando de recursos da União, não conseguiu deixar uma marca, um projeto para o futuro, pensar em uma obra, um legado.
Porém, de tudo, o mais trágico do governo da "professora" Fátima Bezerra foi com a educação. Ela simplesmente destruiu a construção de um futuro melhor para crianças e adolescentes. Sem aulas presenciais, sem reposição, sem planejamento, sem método, sem responsabilidade, a educação do RN é um nadismo (nada). O maior legado de Fátima será uma geração sem aulas, com pouco estudo, entregue a sorte. Lamentável!
Ela administrou esses 1000 dias pensando em 100 mil servidores em detrimento aos 3.500.000 habitantes do RN.