Em Natal tem uma igreja que tem nome de planta, a fé aflora como festa, seus participantes cantam, dançam e fazem piruetas.
Um casal muito certinho entrou na igreja, encontros, retidos, louvações, eles mais que apaixonados resolveram casar.
Festa dos amigos, foram tocados pelo matrimônio, hora de agradecer, renovar a fé, cerimônia marcada para 2022, sem pandemia, a alegria da união contagiou todos.
Até que um dia, do nada mesmo, na frente do bebedouro da igreja, o rapaz cruzou olhares com a melhor amiga da noiva. Um raio caiu, tentações, os pensamentos mais libidinosos passaram pela cabeça de ambos. Foi um choque, a moça sentiu só pelo olhar tarado, ele tirando a roupa dela que retribuiu com um jeito pidão querendo pular nos braços dele ali mesmo na presença de todos.
Logo acordaram do impacto da tesão momentânea, voltaram ao normal, mas no dia seguinte não resistiram, longe da igreja e olhares foram possuídos, extrapolaram os limites e viveram momentos de chamas 🔥 infernais. A melhor amiga revirava os olhos de prazer.
Nada mais aconteceu, só que 60 dias depois, agora, a amiga está esperando gêmeos, logo dois para não ter errada. O noivado acabou, a festa foi para o bebeleu, o fato dividiu a igreja, todos querem as vítimas e os culpados, uma espécie de julgamento divino.
Como diz a música, chupa que é de uva.